Hemocentros Doe Sangue e Ajude a Salvar Uma Vida!

Hemocentro


A Fundação Hemominas foi criada em 1985, vinculada à Secretaria de Estado de Saúde, com o objetivo de organizar e implementar o sistema hematológico e hemoterápico no estado.
Em relação à cobertura hemoterápica, atualmente, a instituição garante quase 90% do total das transfusões do estado. A meta é evoluir, até o ano que vem, para 100% de cobertura do leito do Sistema Único de Saúde (SUS), em Minas Gerais
A Fundação Hemominas, por meio dos seus ambulatórios, se dedica ao tratamento multidisciplinar das coagulopatias e hemoglobinopatias. Atualmente, as nossas 13 unidades que possuem ambulatório também acolhem pacientes com anemia falciforme. Assim, a Hemominas é hoje referência no tratamento dessas doenças ligadas ao sangue. No caso da anemia falciforme, a instituição inicia o tratamento dos pacientes desde que a doença é detectada no teste do pezinho.
No sentido de apoiar a melhoria no atendimento ao paciente falcêmico, a Fundação Hemominas, em parceria com o Centro de Educação e Apoio para Hemoglobinopatias (Cehmob), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Secretaria de Estado da Saúde, participou de “Treinamentos em Urgências para a Doença Falciforme”.
O Cehmob, fundado pela Hemominas e pelo Nupad, é um centro inovador e que procura justamente dar suporte para a rede estadual nos postos de saúde e nos prontos atendimentos. A intenção, neste caso, é a de ajudar a suprir a deficiência no atendimento de emergência a pacientes com doença falciforme, além de buscar a implantação de um protocolo simplificado (padronizado em Minas Gerais) em todas as unidades de saúde de urgência. Com isso, reduzir a morbidade e a mortalidade desses pacientes. Atualmente, a Hemominas possui cerca de 4 mil pacientes cadastrados com anemia falciforme e cerca de 1500 com coagulopatias.
Hoje a Fundação Hemominas conta com 23 regionais no estado e poderá, nos próximos anos, chegar a 26 com a implantação de mais duas unidades e o Cetebio - Centro de Tecidos Biológicos. O Cetebio tem como foco a necessidade do paciente SUS aos transplantes de tecidos. Esta falta é uma realidade do paciente SUS no Brasil. Em casos de extrema necessidade, esses tecidos são até importados.
Missão
Atuar em hematologia e hemoterapia com excelência e responsabilidade social.



Visão de Futuro
Ser reconhecida nacional e internacionalmente como organização pública de excelência em hematologia e hemoterapia.

Valores
Somos comprometidos com a melhoria contínua
Nossa conduta é orientada pela ética
Agimos com responsabilidade social
Respeitamos e valorizamos o ser humano

www.hemominas.mg.gov.br

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O que é Vitiligo? Seus Sintomas e Tratamentos

vitiligo é uma doença caracterizada pela presença de manchas brancas bem delimitadas com distribuição preferencial na face, mãos e região ano-genital. Nalgumas etnias (raças), existe um forte estigma social associado à doença, com consequente marginalização dos indivíduos afetados. Esta doença é sempre de tratamento difícil e a terapêutica adequada é escolhida em função do quadro clínico.

O que é

O vitiligo consiste numa forma específica de leucodermia adquirida de causa desconhecida, em que foram excluídas as outras causas.
É uma doença caracterizada por lesões cutâneas de hipopigmentação, ou seja, manchas brancas na pele com uma distribuição característica. Existe um forte estigma social associado à doença nalgumas populações, nomeadamente na raça negra e na Índia, em que os doentes com vitiligo são frequentemente marginalizados.
Vitiligo

Quais as causas

O vitiligo é uma doença de causa desconhecida, mas existe uma história familiar da doença em 30% dos doentes.
A ausência parcial, ou total, dos melanócitos (células produtoras de melanina) funcionantes constitui a anomalia estrutural primária.
Apesar de existir ainda alguma controvérsia no seio da comunidade científica, pensa-se atualmente que o mecanismo de destruição dos melanócitos seja de natureza auto-imune (resultante de uma perturbação no sistema de defesa imunitária do organismo).
De fato, existem várias doenças auto-imunes que por vezes se manifestam em doentes com vitiligo, com é o caso da tiroidite, insuficiência da glândula supra-renal e anemia perniciosa.

Quais os sintomas

O vitiligo manifesta-se por lesões cutâneas de hipopigmentação melânica, bem delimitadas, com tendência para a simetria, rodeadas frequentemente por hiperpigmentação. As manchas brancas localizam-se preferencialmente na face, mãos e região anogenital, mas podem estar localizadas em outras áreas do corpo, como no tronco.
Por vezes, acompanham-se de despigmentação do sistema piloso, com presença de cabelos ou pelos brancos na zona das manchas. As mucosas (por exemplo: gengivas) raramente possuem lesões.O vitiligo pode ainda afetar os olhos, provocando irite (inflamação da íris), frequentemente assintomática, em 10% dos doentes e alterações da retina em mais de 30% dos doentes. Podem estar presentes outros sintomas, sobretudo em indivíduos em que o vitiligo está associado a outra doença auto-imune.

Como se diagnostica

O diagnóstico do vitiligo é essencialmente clínico, pois as manchas de hipopigmentação têm geralmente uma localização e distribuição características. A biópsia cutânea revela ausência completa de melanócitos nas zonas afetadas, excepto nos bordos da lesão, e o exame com lâmpada de Wood é fundamental nos indivíduos de raça branca, para detecção das áreas de vitiligo.
As análises sanguíneas deverão incluir um estudo imunológico que poderá revelar a presença de outra doença auto-imune associada, como é o caso do lupus eritematoso sistémico e da doença de Addison.

Como se desenvolve

As manchas de vitiligo desenvolvem-se gradualmente ao longo da vida, com maior incidência na meia idade. Na maioria dos casos, sem terapêutica as lesões permanecem para sempre, registando-se repigmentação limitada e espontânea de algumas em cerca de 30% dos doentes. Com terapêutica adequada, a doença poderá ter uma melhor evolução através da tentativa de uniformização da coloração da pele.
Existem alguns fatores que podem precipitar o aparecimento das manchas, como traumatismos prévios (por exemplo: cortes), cicatrizes cirúrgicas e, sobretudo, é frequentemente mencionado pelos doentes uma associação a alturas de maior stress emocional (por exemplo: doença de familiar ou problemas financeiros). As lesões acentuam-se nos locais submetidos a pressão e atrito, nomeadamente o causado por peças de vestuário como o cinto, e são mais notórias quando existe uma maior exposição solar.

Formas de tratamento

O tratamento do vitiligo é sempre difícil e a terapêutica adequada é escolhida em função da localização e extensão das lesões, da duração e ainda do tipo de comportamento e reação face à doença.Caso a(s) área(s) de despigmentação seja(m) muito extensa(s), opta-se frequentemente por despigmentar a área de pele sã, de forma a uniformizar a coloração geral - para tal pode utilizar-se o creme de hidroquinona.
Pelo contrário, quando as manchas brancas são de dimensões pequenas ou médias, opta-se pela repigmentação. O método mais utilizado é o uso de psoralenos, por via geral ou tópica, cuja função é alterar o limiar de sensibilidade da pele à luz, sendo aumentado gradualmente o tempo de exposição diário até ao aparecimento de vermelhidão.
Este tratamento é prolongado, oscilando entre algumas semanas e seis meses. Por vezes, a tonalidade da pele repigmentada fica irregular, sobretudo a nível da face. Nalguns doentes, tem resultados favoráveis o método PUVA, em que o doente é irradiado com luz ultravioleta.
A corticoterapia de aplicação tópica ou sistémica permite também, ocasionalmente, bons resultados. No entanto, devem ponderar-se os efeitos colaterais desta medicação.
Nalguns países existem centros de referência especializados no tratamento de vitiligo, sendo usados diferentes métodos, com particular destaque para os de fototerapia. A maquilhagem tem sido também utilizada por alguns doentes, de forma a mascarar áreas de vitiligo que não cedem à terapêutica.

Formas de prevenção

Tal como acontece com a maioria das doenças de causa desconhecida, não existem formas de prevenção do vitiligo. Dado que existe história familiar em 30% dos casos, os familiares de indivíduos afetados poderão realizar uma vigilância periódica da pele e recorrer ao médico caso surjam lesões de hipopigmentação, de forma a detectar a doença precocemente, permitindo iniciar desde logo a terapêutica.
Em doentes com diagnóstico de vitiligo, deverão evitar-se os fatores que podem precipitar o aparecimento de novas manchas ou acentuar as já existentes, nomeadamente evitar o uso de vestuário apertado, ou que provoque atrito ou pressão sobre a pele, e diminuir a exposição solar, assim como adquirir conhecimentos para lidar com o stress.

Doenças comuns como diferenciar

As lesões cutâneas de vitiligo devem diferenciar-se cuidadosamente das despigmentações que surgem noutras dermatoses, como é o caso da leucodermia química, pitiríase alba, psoríase, pitiríase versicolor e outras micoses superficiais, pitiríase rosada, herpes, urticária, esclerodermia, epidermólise bolhosa distrófica, algumas neoplasias, sífilis e lepra.
Deve proceder-se a uma diferenciação em termos clínicos, não só através da observação do doente na sua totalidade (com particular atenção ao aspecto das lesões, sua localização e forma de distribuição na pele), como também através da colheita de alguns dados relevantes através do diálogo com o doente (por exemplo: exposição a determinados agentes tóxicos e presença de fatores de risco/predisposição para determinadas doenças). Consoante o quadro clínico, devem ainda ser realizados determinados exames complementares e análises.

Outras designações

Leucodermia - apesar do vitiligo ser apenas um dos tipos de leucodermia, por vezes é utilizada esta expressão para denominar o vitiligo.

Quando consultar o médico especialista

Se constatar manchas de hipopigmentação na pele deve dirigir-se ao seu médico assistente e/ou médico dermatologista. O tratamento do vitiligo deve ser efetuado preferencialmente por um dermatologista, dada a especificidade e risco de toxicidade das opções terapêuticas, sobretudo se utilizadas em conjunto. No caso de já ter sido diagnosticado vitiligo, o doente deve recorrer ao médico caso surjam novas lesões, além de manter uma vigilância periódica quando a doença está estabilizada.

Pessoas mais predispostas

Apesar de aparentemente a prevalência do vitiligo ser mais elevada na raça negra, por ser mais facilmente visível e desfigurante do ponto de vista estético, na realidade atinge as diversas raças com a mesma frequência.
Pelo mesmo motivo, existe uma distribuição geográfica preferencial nos países de clima temperado, dado que a maior exposição solar torna as manchas brancas mais visíveis.O vitiligo surge em qualquer idade, com um pico de incidência entre os 10 e os 30 anos, e os fototipos de pele mais afetados são o IV, V e VI (indivíduos que se bronzeiam com mais facilidade).
Existe uma maior prevalência de casos no grupo de doentes com patologia auto-imune do que na população em geral. Tal poderá dever-se à provável natureza imunológica do mecanismo de destruição de melanócitos implicado no vitiligo.

Outros Aspectos

Apesar de aparentemente a prevalência do vitiligo ser mais elevada na raça negra, por ser mais facilmente visível e desfigurante do ponto de vista estético, na realidade atinge as diversas raças com a mesma frequência.
Pelo mesmo motivo, existe uma distribuição geográfica preferencial nos países de clima temperado, dado que a maior exposição solar torna as manchas brancas mais visíveis.O vitiligo surge em qualquer idade, com um pico de incidência entre os 10 e os 30 anos, e os fototipos de pele mais afetados são o IV, V e VI (indivíduos que se bronzeiam com mais facilidade).
Existe uma maior prevalência de casos no grupo de doentes com patologia auto-imune do que na população em geral. Tal poderá dever-se à provável natureza imunológica do mecanismo de destruição de melanócitos implicado no vitiligo.
Fonte: www.millenniumbcp.pt
Vitiligo
O vitiligo é uma doença que destrói as células que contém o pigmento responsável pela cor da pele; por isso, aparecem manchas brancas no local. A causa da doença ainda é desconhecida, e na grande maioria dos casos não há nenhum prejuízo para a saúde.
O vitiligo não é contagioso e nem hereditário, apesar de em alguns casos serem encontrados antecedentes familiares com a doença.
Os locais mais afetados são as mãos, pés, punhos, cotovelos, joelhos, rosto e região genital. Certos fatores podem desencadear o vitiligo em algumas pessoas, como ferimentos e inflamações na pele, queimaduras solares e estresse.
Dependendo da localização, da extensão e do tempo em que o vitiligo apareceu no corpo, a doença pode ser curada. No entanto, a ciência ainda não descobriu quais os fatores que determinam a possibilidade de cura. Assim, alguns pacientes conseguem resultados positivos, outros não.
Ou seja: existe um fator próprio em cada pessoa que determina a reação do corpo à doença. Os mesmos medicamentos utilizados em alguém que se curou podem não funcionar em outra pessoa. Não se sabe que fator é esse, e não se pode prever quem será curado ou não. Todo tratamento é uma tentativa.
O que sabemos é que o estado emocional influencia na manifestação e no tratamento da doença. Pessoas muito tensas, preocupadas, ansiosas e depressivas têm maior probabilidade de serem atingidas por novas manchas de vitiligo. Portanto, é necessário que o paciente tente aliviar as tensões emocionais para melhores resultados.
O tratamento do vitiligo pode variar desde o uso de medicamentos locais e por comprimidos, até a indicação de técnicas cirúrgicas, radiação ultravioleta ou laser.
O dermatologista deverá indicar o melhor tratamento para o paciente, observando o tipo e o estágio do vitiligo. Geralmente o tratamento tem longa duração e exige disciplina e persistência, pois o resultado depende da capacidade de reação do organismo. No entanto, na ausência de tratamento, o vitiligo tende a aumentar e comprometer outras partes do corpo.
Fonte: www.sbd.org.br

MinasUrgente (Entrevista o Senador Magno Malta)

Entrevista o Senador Magno Malta(Minas Urgente) parte (1)

Biografia

Pastor evangélico e integrante da banda gospel Tempero do Mundo, Magno Malta teve uma carreira política meteórica. começou sua carreira em 1993 como vereador em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo.
>>>>>>>>>>Parte (2)
Em 1994, foi eleito deputado estadual com 10.997 votos[1], pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), e em 1998 deputado federal com 54.754 votos[2], pelo mesmo partido. Durante o mandato foi presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Narcotráfico.
Em 2002, Malta foi eleito senador pelo Partido Liberal (PL), com 867.434 votos[3]. Atualmente é presidente da CPI da Pedofilia no Senado[4].
Foi filiado[5], além de PTB e PL, ao PMDB (em 1995) e ao PST em 2001. Pertence ao PR.
Em 2010 foi o segundo colocado nas eleições para o Senado e, assim, com 1.285.177 (36,76%) dos votos válidos, foi reeleito senador do Espírito Santo [6]. A outra vaga será ocupada por Ricardo Ferraço(PMDB). Na eleição, Malta derrotou também a ex-candidata a vice presidente na chapa     com José Serra em 2002, Rita Camata (PSDB) que obteve apenas 375.510 votos.

Polêmicas

Escândalo dos Sanguessugas

Em 2006, seu nome foi envolvido entre os políticos que desviaram recursos públicos destinados para compra de ambulâncias no Ministério da Saúde[7][8]. Chegou a ser indiciado pela CPI dos Sanguessugas mas seu processo foi arquivado por falta de provas em 28 de novembro daquele ano, juntamente com os dois outros senadores acusados: Ney Suassuna e Serys Slhessarenko[9].

PL 122/2006

No dia 18 de outubro de 2007, em discurso na tribuna do Senado Federal, Magno Malta se opôs à aprovação do projeto de lei 122 de 2006, da então deputada Iara Bernardi, o qual criminaliza a homofobia de forma contestada por evangélicos e outros segmentos da sociedade. Para o senador, o projeto de lei puniria pastores e padres que proibissem "homossexuais de se beijarem dentro de igrejas", porque estariam discriminando o "gesto afetivo". Ele também disse que, caso os homossexuais tivessem um "ato sexual embaixo de sua janela", todos que discriminassem seu "gesto afetivo" iriam presos[10].
Além disso, Malta temeu que, pela redação do projeto de lei 122 de 2006 necrófilos e pedófilos, digam que "sua orientação sexual é transar com crianças".

Escândalo dos atos secretos

O nome de Magno Malta também aparece entre os beneficiados dos atos secretos[11] que veio a público após uma série de denúncias sobre a não publicação de atos administrativos, tais como de nepotismo e medidas impopulares, por exemplo, a extensão da assistência odontológica e psicológica vitalícia à conjugês de ex-parlamentares, foram noticiadas na mídia, em junho de 2009. Onde o professor da Faculdade de Direito da UERJ, Gustavo Binenbojm afirmou "A não publicação é o caminho mais usado para a prática de improbidade administrativa. Evita o conhecimento da sociedade e dos órgãos de controle. Provavelmente foi este o objetivo".[12] Investigações internas do senado, motivadas pelas denúncias, apontou irregularidades em todos os contratos de prestação de mão de obra.[13]

  Referências

Doenças da Pele Sintomas e Tratamentos



Doenças da Pele
Miliária ("Brotoeja")
O que é?
A miliária se apresenta como uma erupção cutânea relacionada com as glândulas sudoríparas (que produzem o suor). Afeta principalmente as crianças, mas também pode atingir os adultos.
O quadro está relacionado com o aumento do calor e da produção do suor que, extravasando dentro da pele, antes de atingir a superfície, provoca um processo inflamatório.
Manifestações clínicas
A localização mais comum é o tronco e a região cervical. As lesões geralmente são acompanhadas por coceira. Formam-se "bolinhas avermelhadas" ou vesículas (pequeninas bolhas) sobre pele avermelhada, podendo, em alguns casos, formar lesões mais exuberantes (foto abaixo).
Devido à coceira, a pele pode apresentar sinais de escoriação e pequeninas crostas sobre as lesões, devido à ruptura das bolhas pela coçadura.
É comum a ocorrência de infecção secundária à doença, com o surgimento de pústulas (bolhas de pus) ou nódulos dolorosos.
Tratamento
Para evitar a miliária deve-se usar roupas frescas, tomar banhos frios e se proteger do calor, evitando o excesso de suor. O ar condicionado é um grande aliado no combate à doença.
Deve-se evitar o excesso de roupas nas crianças pequenas, principalmente nos recém-nascidos, hábito comum entre mães com preocupação excessiva em agasalhar seus filhos.
A miliária e as infecções secundárias que podem acompanhar a doença têm tratamento, que será determinado pelo médico dermatologista, de acordo com cada caso.

 Fonte de Pesquisa(1)
Dermatologia .Net

Doenças da Pele  
Informações sobre as doenças da pele, unhas e cabelos

A pele é o maior órgão do corpo humano e também o afetado pelo maior número de doenças. Informe-se sobre as mais frequentes, clicando nos links abaixo.



A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z

Acantose nigricante ou acantosis nigricans
Acne (cravos e espinhas)
Acne rosácea
Acne solar
Acrocórdon, fibroma mole
Albinismo
Alopécia androgênica (calvície, queda de cabelos)
Alopécia areata (pelada)
Angiodermite pigmentar
Angiomas
Angioqueratoma da bolsa escrotal

Balanite xerótica obliterante
Bromidrose (cecê, chulé)
Brotoeja

Cancro mole
Carcinoma basocelular
Carcinoma de células de Merkel, neuroendócrino ou trabecular
Carcinoma espinocelular
Catapora ou varicela
Ceratoacantoma
Ceratose actínica ou solar
Ceratose folicular ou pilar
Ceratose seborréica
Cisto dermóide
Cisto mixóide
Cisto mucoso ou mucocele
Cisto pilonidal
Cistos (cisto sebáceo)
Cloasma gravídico (manchas de gravidez)
Condiloma acuminado (crista de galo, verrugas genitais)
Craurose vulvar




Dermatite atópica ou eczema atópico
Dermatite de contato
Dermatite herpetiforme, dermatite de Duhring-Brocq
Dermatite seborréica (caspa, seborréia)
Dermatofibroma
Dermatofitose, tinea do corpo (impingem)
Dermatose acantolítica transitória, Doença de Grover
Dermatose papulosa nigra
Disidrose
Doença de Mucha-Habermann
Donovanose ou granuloma venéreo

Eczema de contato
Eczema de estase
Eczema numular
Eczema por irritante primário (eczema das mãos)
Eflúvio telógeno (queda de cabelos)
Epidermólise bolhosa adquirida
Erisipela
Eritema anular centrífugo
Eritema multiforme ou eritema polimorfo
Escabiose (sarna)
Esclerodermia
Esporotricose
Estrias

Farmacodermias, erupções provocadas por drogas
Fibroceratoma digital adquirido, fibroqueratoma acral
Fibroma mole, molusco pêndulo, acrocórdon
Fitofotomelanose (manchas de limão)
Fogo selvagem
Foliculite
Foliculite decalvante
Foliculite queloideana da nuca
Furúnculo e furunculose

Gonorréia ou blenorragia
Granuloma anular
Granuloma piogênico (carne esponjosa)
Grânulos de Fordyce

Hanseníase
Hemangioma infantil
Hemangiomas
Herpes, herpes simples, herpes labial
Herpes genital
Herpes gestacional, penfigóide gestacional
Herpes zoster (cobreiro)
Hidradenite ou hidrosadenite
Hidrocistoma
Hiperidrose (excesso de suor)
Hiperpigmentação pós-inflamatória
Hipomelanose macular progressiva, hipomelanose do tronco
Hordéolo ou terçol

Ictiose vulgar
Impetigo
Intertrigo (frieira)



Larva migrans (bicho geográfico)
Leishmaniose cutâneo mucosa ou tegumentar americana
Leucodermia gutata (sarda branca)
Linfogranuloma venéreo
Lipoma
Líquen aureus
Líquen escleroatrófico
Líquen estriado
Líquen nítido
Líquen plano
Lúpia
Lupus eritematoso
Lupus pérnio (sarcoidose)

Mancha vinho do porto
Melanoma maligno
Melanose solar (mancha senil)
Melasma (manchas na face)
Micose da virilha
Micose das unhas
Micoses superficiais da pele (impingem, pé de atleta, etc.)
Miíase furunculóide (berne)
Miliária (brotoeja)
Milium
Molusco contagioso

Neurofibromatose, doença de von Recklinghausen
Nevo Azul
Nevo de Ito
Nevo de Ota
Nevo displásico
Nevo halo
Nevo melanocítico ou nevo pigmentado
Nevo spilus

Onicomicose, micose das unhas

Paquioníquia congênita
Parapsoríase em placas
Pediculose da cabeça - Piolho
Pediculose pubiana - "Chato"
Pêlo encravado
Penfigóide bolhoso
Penfigóide gestacional, herpes gestacional
Pênfigos
Periporite supurativa
Pitiríase alba
Pitiríase liquenóide
Pitiríase rósea
Pitiríase rubra pilar
Pitiríase versicolor (micose de praia, pano branco)
Prurigo estrófulo (reação a picada de insetos)
Psoríase

Queimaduras
Quelóide

Rosácea

Sarcoidose
Sardas ou efélides
Sarna ou escabiose
Síndrome de Stevens-Johnson
Siringoma

Terçol ou hordéolo
Tricorrexis nodosa ou tricorrexe nodosa
Tungíase ("bicho de pé")

Úlcera venosa ou úlcera de estase (úlcera de perna)
Unha encravada
Urticária

Varicela ou catapora
Verrugas virais
Vitiligo


Xantelasma
Xeroderma pigmentoso



Zoster (zona, cobreiro)

 Fonte de Pesquisa(1)
Dermatologia .Net

Violência contra animais e crime




ABANDONAR OU MALTRATAR ANIMAIS É CRIME.

Qualquer pessoa pode e deve denunciar maus-tratos, não precisa esperar por ninguém!

Não deixe de denunciar maus-tratos, os animais não podem pedir socorro, seja a voz deles! Basta escrever em um papel tudo o que está acontecendo. Escrever em cima NOTÍCIA CRIME.

Anexe junto o endereço onde está ocorrendo maus-tratos, se souber o nome da pessoa completo e acrescente fotos e nome e CPF de testemunhas que queiram ajudar na denúncia.

Encaminhe esta denúncia ao Ministério Público (fica do lado do Fórum no Bairro Exposição).

Peça para protocolar a notícia crime e guarde o número do protocolo. Pegue um telefone para que você possa cobrar o andamento.

Você, as testemunhas e a pessoa que está realizando maus-tratos serão chamadas em momentos diferentes.

Caso tenha medo de sofrer represálias, caso seja um conhecido ou vizinho ou pessoa perigosa, SOLICITE NO OFÍCIO QUE TEU NOME SEJA MANTIDO EM SIGILO. E fique tranquilo!

Os animais são tutelados do Estado, como diz lei federal, por isso é obrigação deles olharem pelos animais em geral.

Se o animal estiver correndo risco de morte eminente, ligue para o 190 e faça exigir os direitos dos animais assegurados em leis federais, estaduais, municipais e mundiais! Cite o artigo 225 da Constituição Federal e Decreto 4.645 art. 1o de 34 que diz que os animais são tutelados do Estado.

Se alguém se negar a atender algum caso de maus-tratos como Brigada Militar, Patram ou Bombeiros anote o nome de quem se negou e avise que vai denunciá-lo ao Ministério Público por negligência.

As denúncias podem ser anônimas.
Um dos temas jurídicos que tem tomado vulto e importantes debates entre os estudiosos do direito no Brasil, é o que diz respeito a legalidade ou não dos eventos populares como rodeios, vaquejadas ou outras festas populares que utilizam animais para o entretenimento do público, assim como o abandono de animais de estimação como cães e gatos.


Além de se constituírem em eventos com características sociais altamente enraizados em várias regiões do Brasil, têm eles reflexos econômicos pois como se sabe atraem milhares de pessoas envolvendo grandes somas de dinheiro, o que dificulta colocações humanitárias e jurídicas sobre a temática. Entretanto, ante a evolução dos conhecimentos científicos sabemos que os animais são seres que possuem características semelhantes aos humanos e estão sujeitos a sensações muito parecidas, o que nos deve tornar mais sensíveis no trato com eles, criando assim leis de proteção.

Animais como o cavalo e o camelo permitiram a expansão de nações, ajudando o homem no deslocamento a grandes distâncias, além de auxiliar nos trabalhos de campo, aliás como acontece ainda hoje em inúmeras regiões. A domesticação de bovinos, caprinos, de aves como a galinha, o peru e o pato, por exemplo, permite ao homem ter perto de si um estoque alimentar fundamental para a sua sobrevivência. Os cães domesticados, por sua vez, passaram a ser grandes colaboradores, tanto como auxiliares de guarda como no pastoreio. Em muitas regiões do globo são usados os mais variados animais como os falcões na caça e os mergulhões na pesca, sem contar a grande importância do camelo e do elefante, este último na África e na Índia, como meio de transporte e mesmo como auxiliares no trabalho. Na medicina os animais têm também primordial importância pois auxiliam ao homem em suas experiências científicas.

O homem sempre utilizou os animais, dependendo deles para a sua sobrevivência, o que os tornam importantíssimos colaboradores; porém, nem sempre os tratou bem, impingindo-lhes muitas vezes enormes sacrifícios e atrozes crueldades, pois basta lembrar que os eqüinos, um dos nossos principais colaboradores, são utilizados até os limites de suas forças e depois mortos muitas vezes insensivelmente e de forma violenta e cruel. Os bovinos, os suínos, patos e frangos vêm sendo sacrificados em muitos matadores com requintes de crueldade.

Porém, nas últimas décadas, principalmente, a humanidade tem se sensibilizado contra as ações de maus-tratos e crueldade contra animais, tanto que em diversas partes do mundo procura encontrar regras mais "humanas" de abate, bem como de proibição de atos que impinjam a eles desnecessários sofrimentos. Inclusive muitos esportes que utilizam animais como a "briga de galo" e a "briga de canários", que se constituem verdadeiros costumes culturais enraizados em certas regiões do país, estão sendo combatidos. Devemos lembrar ainda crescente mobilização popular contra certos costumes como a tourada na Espanha e México e a "farra do boi" no sul do Brasil, existindo já várias associações de defesa dos animais.

Assim, consolidou-se em muitos segmentos da sociedade o entendimento de que os animais devem ser realmente protegidos contra maus-tratos e crueldade, surgindo movimento, campanhas e até ações judiciais neste sentido.

Em muitos países já existem leis protetivas aos animais, no sentido de evitar maltrata-los. A Declaração Universal dos Direitos dos Animais, da UNESCO, celebrada na Bélgica em 1978, e subscrito pelo Brasil, elenca entre os direitos dos animais o de "não ser humilhado para simples diversão ou ganhos comerciais", bem como "não ser submetido a sofrimentos físicos ou comportamentos antinaturais". O art. 14 da Carta da Terra criada na RIO+5 que diz que devemos tratar todas as criaturas decentemente e protegê-las da crueldade, sofrimento e matança desnecessária.

Em nossa legislação atual maltratar animais, quer sejam eles, domésticos ou selvagens, caracteriza-se crime ecológico, conforme art.32 da Lei 9.605, de 13.02.98, com detenção de três meses a um ano, e multa, para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. Ou seja, maltratar animais é crime. Já o Dec.Fed. 24.645/34, que ainda está em vigor quanto ao que se pode considerar maltratar, elenca nos artigos 3º ao 8º os atos assim considerados. Existe ainda legislação específica que disciplina a utilização de animais em experiências científicas.


Ante o exposto, podemos concluir que por provocar lesões físicas e estresse desnecessário aos animais contendores, constituem-se crimes a "briga de galo", a "briga de pássaros", a "farra do boi", "a briga de cães", bem como em se exigindo trabalho excessivo ou maltratar animais em circo, em rodeios, vaquejadas entre outros. Aliás, quanto a estas três últimas modalidades citadas há grande discussão se a utilização dos instrumentos para "incentivar" o animal caracteriza maus-tratos. Também constitui-se crime previsto na legislação citada, abandonar animal de estimação infringindo-lhe fome e desabrigo, já que dependem do seu dono para sobreviver. Quanto aos animais silvestres não estão fora da proteção legal, de modo que ações cruéis contra eles também se constituem crime.

Portanto, o tratamento cruel ao animais, quaisquer que sejam eles, além de demonstrar um alto grau de insensibilidade do ser humano é crime. Apesar de estarmos às portas do século XXI, ainda tratamos com crueldade e sem a menor consideração os nossos maiores colaboradores, que são os animais, mostrando quão somos ingratos.

                                     
                                                                        fonte de Pesquisa
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                                   Não deixe um animal sofrendo, faça sua parte! DENUNCIE!




Um amor animal, literalmente! A SUIPA recolhe, abriga e cuida de bichinhos abandonados até que encontrem um lar. Atualmente, cerca de 3.500 animais, em sua maioria cachorros e gatos, estão esperando por um dono na sede da instituição.
Além de dar toda a atenção aos focinhos carentes, a SUIPA mantém uma assistência veterinária com preços populares, para que todas as pessoas possam cuidar de seus animais de estimação. A grana arrecadada, nessa assistência, é usada para cobrir diversas despesas da entidade como remédios e ração para os quatro patas.
Há 68 anos, a SUIPA defende os direitos dos animais com unhas e dentes. É uma entidade particular, não eutanásica, sem fins lucrativos e de utilidade pública. Saiba mais sobre a SUIPA e seus programas em um clique e compartilhe a causa. http://www.suipa.org.br